Discos rígidos e velocidade de transferência de dados

A velocidade de transferência de dados do disco rígido de um computador é determinada por uma combinação de fatores mecânicos e eletrônicos. Graças aos avanços tecnológicos dos últimos anos, os discos rígidos atuais podem transferir dados a uma velocidade quase 60.000 vezes mais rápida que a dos primeiros discos da década de 1950.

História

O primeiro disco rígido do computador foi produzido pela International Business Machines. A unidade IBM 305 tinha uma taxa de transferência de dados de 100.000 bits por segundo. Os discos rígidos produzidos hoje, normalmente equipados com uma interface SATA de velocidade mais alta, podem transferir dados com velocidades de até 6000 milhões de bits por segundo.

Latência

Um disco rígido possui partes mecânicas que giram as placas do disco interno e movem as cabeças de leitura para frente e para trás através da superfície da placa. Essas operações mecânicas adicionam alguns milésimos de segundo a cada transferência de dados. Embora esse atraso seja pequeno para uma transferência, ele é adicionado através de milhões de transferências.

Cache

Os discos rígidos armazenam blocos de dados usados ​​com freqüência em um banco de memória de acesso aleatório rápido ou RAM (chamado de cache). Se a unidade conseguir acessar dados do cache em vez de precisar recuperar dados do disco rígido, isso poderá impedir atrasos mecânicos, permitindo que os dados sejam transferidos muito mais rapidamente.

Interface

Os componentes eletrônicos e a fiação que conecta o disco rígido ao computador definem o limite de velocidade máxima da taxa de transferência da unidade. Os computadores usam várias interfaces padrão, como SCSI, IDE e SATA.

Referências

 

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